segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Regiões do Brasil

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As regiões do Brasil são agrupamentos das unidades da federação em regiões com o propósito de ajudar as interpretações estatísticas, implantar sistemas de gestão de funções públicas de interesse comum ou orientar a aplicação de políticas públicas dos governos federal e estadual. Atualmente, existem cinco regiões oficiais: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul.

As regiões, mesmo quando definidas por lei, não possuem personalidade jurídica própria, nem os cidadãos elegem representantes da região. Não há, portanto, qualquer tipo de autonomia política das regiões brasileiras como há em outros países

História

A primeira proposta de divisão do Brasil em grandes regiões data de 1913, para ser usada no ensino de geografia. Nesta primeira versão, o Brasil foi dividido nas regiões Setentrional (AM, PA e Território do Acre), Norte Oriental (MA, PI, CE, RN, PB, PE, AL), Central (MT e GO), Oriental (SE, BA, MG, ES, RJ e o DF) e Meridional (SP, PR, SC e RS).

Gauss: O Príncipe dos Matemáticos

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Nos fins do século XVIII e durante a primeira metade do século XIX, o mundo foi agraciado com alguns intelectos notáveis da História, nos mais diversos ramos das artes, ciências e outros saberes. E entre esses gênios do Oitocentos esteve o brilhante matemático, astrônomo e físico alemão, Gauss o qual ficaria conhecido na História, pelo epíteto de "O Príncipe dos Matemáticos".

A Biblioteca e o Museu de Alexandria

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A educação é a arma mais poderosa que você 

pode usar para mudar o mundo".

Nelson Mandela (1918-2013)

A Biblioteca de Alexandria foi uma das mais importantes bibliotecas do mundo antigo, uma das mais importantes bibliotecas da História, e a mais famosa biblioteca da África, e talvez a sua mais importante. Por séculos essa biblioteca preservou conhecimentos de várias áreas e de distintos povos, dos quais muitos foram destruídos e perdidos devido a destruição dos seus acervos. Hoje só possuímos fragmentos ou o relato do que foi o acervo dessa biblioteca que chegou a possuir centenas de milhares de manuscritos, alguns sendo cópias únicas de obras que ficaram perdidas na História.
Em conjunto a biblioteca estava o Museu, o qual na época atuava como uma espécie de universidade onde reuniu alguns dos mais importantes célebres cientistas gregos antigos. Por alguns séculos, Alexandria foi a capital intelectual do Mediterrâneo. Neste texto procurei contar um pouco do papel não apenas da biblioteca e do museu, mas da cidade de Alexandria como um centro do desenvolvimento do conhecimento.

Tamerlão, o "homem de ferro"

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"Passado um século depois da morte de seu fundador, o império mongol de Genghis Khan parece dividido e enfraquecido, e um novo conquistador vai aparecer para unificar com punhos de ferro o mundo das estepes e uma boa parte da Ásia". (CONRAD, 1976, p. 299).
Nesse texto procurei contar um pouco da história de um dos "Senhores da Guerra da Ásia", o qual tentou se igualar a Genghis Khan, na tentativa de fundar um novo império continental. Tamerlão acabou não atingido sua ambição, mas construiu em pouco tempo um império significativo, mas a custa de massacres, mortes, destruição e medo. Sua política expansionista agressiva moldou a Ásia Central.
Devido as poucas fontes que pude encontrar, acabei seguindo a linha da "história da guerra tradicional", focando mais nos feitos militares do que em outros aspectos da vida e do governo de Tamerlão. Mas a medida que encontrar novas fontes, atualizarei o texto.
O "homem de ferro":
Em 8 de abril de 1336 na pequena aldeia de Kesh, ao sul de Samarcanda a dois dias de cavalo, hoje Uzbequistão, nascia no seio de uma família de camponeses, Timur, o qual ficaria conhecido pelo seu apelido desdenhoso de Timur-i-lenk ("Timur, o manco"), ou como ficou mais conhecido pela forma cristianizada do seu nome, Tamerlão. Timur era filho do chefe Taragai, o qual era um protegido do Clã dos Barlas, uma família nobre e influente na região, e foi através desse padrinhado que Timur galgaria posições para alcançar seus objetivos. 
Estátua de Tamerlão em Samarcanda, Uzbequistão.
Seu pai era turco, mas sua mãe era de descendência mongol, no entanto, Timur cresceu sendo criado nos costumes turcos, inclusive aderindo a fé islâmica. Mas pelo fato que governantes mongóis ainda controlavam a Ásia Central naquele tempo, a política mongol e alguns dos costumes desse povo das estepes, ainda era presente. Algon que Timur se valeria para justificar sua posição no poder futuramente.
Sobre a infância e juventude de Timur pouco se sabe, e as informações são questionáveis. Todavia se sabe que ele foi treinado na arte da guerra, e demonstrou aptidão para o combate e também para o comando e a política, tais aspectos se tornariam mais visíveis na fase adulta, quando ele começaria a adentrar o ciclo político da Transoxiana (região hoje no Uzbequistão).
O apelido de "homem de ferro" adveio de dois motivos: primeiro, Timur significa "ferro" na língua turca, todavia, o principal motivo para tal apelido era gerado pelo fato de Timur ter se tornado um líder bastante rígido e cruel com seus inimigos. Além disso, alguns relatos o descreviam como um homem de feições duras e caráter frio.

O Tenentismo

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O Tenentismo

O Tenentismo foi uma série de movimentos que ocorreram entre 1922 a 1935 propriamente falando, consistindo em movimentos de caráter político e social manifestados e organizados pelas Forças Armadas, principalmente o Exército, embora que contou também em alguns casos com o apoio de civis. Os movimentos que marcaram o Tenentismo podem ser considerados em duas categorias: levantes e revoluções, sendo que ambos os casos chegaram haver conflitos armados, vitimando militares e civis.

Nesse texto devido a brevidade das fontes que tive acesso, me limitarei a realizar um apanhado geral do que fora esse movimento e ideologia como apontam os historiadores Edgard Carone, Maria Forjaz, Antônio Resende entre outros, os quais sugerem que o período de 1922-1927 fora a "fase heroica" marcada por vários pequenos movimentos e três grandes movimentos. Já o período de 1927-1935, consiste na fase da trama política, onde a ideologia imperou em detrimento de conflitos armados, pelo menos após 1930, quando Getúlio Vargas assumiu o poder.

Elementos Quimicos

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ALGUNS ASPECTOS HISTÓRICOS DA CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS QUÍMICOS

Mario Tolentino e Romeu C. Rocha-Filho

INTRODUÇÃO

A classificação periódica dos elementos é, sem dúvida, uma das maiores e mais valiosas generalizações científicas. Concretizada na segunda metade da década de 60 do século 19, desde então muito serviu como guia de pesquisas em Química e, aos poucos, se tornou um valioso instrumento didático no ensino da Química. Este artigo visa relatar os antecedentes, o surgimento e as atualizações/modernizações da classificação periódica dos elementos, bem como as recentes especulações sobre elementos super-pesados ainda a serem sintetizados. Ao longo do artigo, também são relatadas algumas das descobertas de elementos químicos, bem como discussões sobre as suas adequadas classificações periódicas.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Bibliotecas digitais…

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…e suas utopias

Luís Fernando Sayão


1 INTRODUÇÃO

Sempre houve o sonho de uma biblioteca total que reunisse toda a sabedoria, toda experiência e toda a literatura humana. Quando o escritor e bibliotecário Jorge Luis Borges (1941) escreveu o conto A Biblioteca de Babel, ele quis ir ainda mais adiante nesse sonho. A biblioteca infinita de Borges se confundia com o próprio universo e guardava em espaços hexagonais intermináveis todos os livros possíveis – os escritos e os por serem escritos –, em todos os idiomas e dialetos – os decifráveis e os indecifráveis –, fruto das combinações de vinte e poucos símbolos. Não obstante, a biblioteca de Borges, ou antes, o Universo, pode ser reduzida a um único livro “que contém o código que resume todo o resto e se assemelha a um deus” (p. 51, tradução nossa). Ele é como um Aleph que reúne em um único ponto todas as experiências de todas as vidas (BORGES, 1949). O livro total de Borges só encontra paralelo no sonho do poeta Stéphane Mallarmé, que perseguia a idéia de dar forma a um livro integral, múltiplo, que teria uma arquitetura inovadora, sem começo, meio e fim, e que contivesse todos os livros possíveis. Um gerador de textos, de poesias.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Despotismo

Despotismo
Marquês de Pombal

O Despotismo é a forma de governo na qual o poder é exercido de maneira absoluta e arbitrária e a relação entre governante e governado pode ser comparada à existente entre senhor e escravo.

O conceito nasce com o filósofo grego Aristóteles, no livro Política, para se referir aos impérios antigos da Ásia, em contraposição às formas tirânicas de poder, características da Europa.

Segundo Aristóteles, no despotismo o poder está ligado à natureza dos súditos: dispostos à obediência e incapazes de se autogovernar.

Nesse ponto se diferencia da tirania, na qual o poder depende da natureza do governante, que age segundo os próprios interesses.

O despotismo distingue-se também da ditadura por não depender da ocorrência de circunstâncias excepcionais, como uma guerra.

Criacionismo

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O criacionismo é a crença religiosa de que o universo e a vida se originou "de atos específicos de criação divina ",em oposição à conclusão científica que surgiu através de processos naturais. O primeiro uso do termo "criacionista" para descrever um defensor do criacionismo é encontrado em uma carta 1856 de Charles Darwin descrever aqueles que opôs por motivos religiosos para a ciência emergente da evolução.

Poliedros

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Poliedros são nomeados de acordo com o número de faces.

Exemplos:
tetraedro: 4 lados
pentaedro: 5 lados
hexaedro: 6 lados
heptaedro: 7 lados
octaedro: 8 lados

Poliedros regulares

Um poliedro é regular quando tem lados e ângulos iguais, tal como um cubo ou hexaedro (seis faces). O cubo tem seis polígonos com lados iguais com o mesmo comprimento, que por sua vez se encontram no vértice ângulos de 90 graus.

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